Os integrantes da CPI da Corrupção foram até a Sanasa em busca de documentos sobre o convênio da empresa com o CPQD para um sistema de mapeamento digital. O valor pago foi de R$ 16 milhões. O acordo previa a instalação de um sistema de georreferência.
Três fotos de Campinas feitas por satélite e, em uma segunda etapa, a cidade seria fotografada de avião. O projeto tinha o objetivo de prever enchentes e ajudar em outros setores como segurança pública e educação.
O sistema foi entregue incompleto e em 2008, com a saída de Luiz Aquino da Presidência da Sanasa, o então prefeito Hélio de Oliveira Santos resolver suspender o mapeamento. De lá para cá, nada mais foi feito, o sistema não tem utilidade e o dinheiro não foi devolvido.
