Uma pesquisa realizada em 16 capitais brasileiras, onde existe uma população aproximada de 40 milhões de pessoas, mostra que a água potável apresenta contaminação por substâncias ainda não legisladas, mas que podem ser potencialmente nocivas à saúde humana. Segundo o coordenador do estudo e do Laboratório de Química Ambiental da Unicamp, Wilson de Figueiredo Jardim, esse dado é relevante, pois a cafeína funciona como uma espécie de detector da eficiência das estações de tratamento de água. Ou seja, onde a cafeína está presente, há grande probabilidade da presença de outros contaminantes.
