Na manhã desta segunda-feira, enquanto o mobiliário da base da Guarda Municipal de Sousas começava a ser recolhido por caminhonetes da GM, o frentista, Wagner Aparecido Clariano, tentava entender o motivo da retirada da corporação do local: “a população de Sousas foi consultada? Eu não concordo”. A retirada da Base Comunitária e Ambiental da GM foi motivada por uma ação popular movida por advogados e funcionários de uma empresa em frente à base. A alegação é de que o prédio ocupa uma área destinada a uma praça pública e é apoiada pela legislação, que impede construções nesses locais. Apesar de considerar a situação delicada, o Diretor de Gabinete da Secretaria de Cooperação em Assuntos de Segurança Pública, Waldir Junqueira, garante que a população de Sousas não sofrerá nenhum prejuízo quanto à segurança. A decisão é do Supremo Tribunal de Justiça e por isso não cabe recurso. O prédio atual será demolido e um local para a construção de uma nova base está sendo escolhido. Por enquanto, os 45 GMs que atuam nessa base irão ficar provisoriamente em um prédio público do distrito vizinho de Joaquim Egídio.