O carro particular do funcionário de uma empresa de valores, que estava com um suposto artefato explosivo preso à perna, também precisou da atuação dos policiais do GATE, por meio do esquadrão anti-bombas. A esposa do vigia informou aos policias que uma sacola com artefatos explosivos havia sido deixada dentro do veículo do vigia, que ficou estacionado em frente a empresa de valores. A operação do esquadrão anti-bombas do GATE durou cerca de 40 minutos e desarmou o objetivo que, igualmente ao material colocado na perna do vigia, não era uma bomba e sim tubos de PVC com areia e alguns fios que simulavam uma bomba.