A prefeitura de Campinas reconheceu que uma das empresas contratadas para realizar o transporte escolar de crianças do ensino infantil e médio, operava sem as licenças expedidas pela EMDEC. O governo municipal realizou em caráter emergencial uma licitação, onde contratou três empresas para o serviço de transporte dos alunos.
As empresas começaram a operar em Campinas e tinham um prazo de um mês para legalizar sua situação junto a EMDEC, responsável pelo gerenciamento do transporte e do trânsito na cidade. Uma das empresas, a Ação Setur, sediada na Bahia, não fez o cadastro municipal de condutores do transporte coletivo e vários dos veículos disponibilizados não passaram pela vistoria da EMDEC.
