O aumento na incidência de adolescentes encaminhados à Fundação Casa em Paulínia nesse ano foi o sinal de alerta para o Ministério Público, que instaurou um inquérito civil para analisar os serviços de prevenção contra as drogas e assistência social oferecidos pelo município. O que chamou a atenção do Ministério Público foi a ausência de estruturação adequada do CRAS e a inexistência do Creas. Esses Centros atendem a uma determinação do Conselho Nacional de Assistência Social, que foi criado por Lei Federal. O Promotor de Justiça, Danilo Roberto Mendes, explica que os menores dependentes de substâncias psicoativas não têm oferta de programas e tratamentos.