A prefeitura de Campinas recuou e alterou o decreto que obrigaria as entidades beneficentes e de assistência social da cidade que oferecem o serviço de creches a integrar um cadastro que iria realizar a triagem e admissão das crianças nas unidades. Desde que a administração municipal regulamentou a proposta, as entidades rejeitaram a nova determinação e ameaçaram deixar de atender mais de 3 mil crianças.
Isso porque a prefeitura é que passaria a apontar a prioridade e a demanda por meio do cadastro, interferindo no processo de seleção das entidades, que não mantêm nenhum tipo de vínculo com a administração municipal. Com a recusa, a secretaria de educação de Campinas convidou os representantes das entidades para uma reunião, onde a proposta foi discutida por cerca de duas horas. Depois do debate, a prefeitura recuou e informou que as instituições não fariam parte do cadastro.