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Vizinhos adotam medidas antiviolência em ruas do Parque Taquaral

Temendo roubos e assaltos, moradores do Parque Taquaral, em Campinas, recorreram aos vizinhos para aumentar a segurança no bairro. Nas ruas Francisco Pereira Coutinho, Pero de Campos Tourinho, Pero de

Vizinhos adotam medidas antiviolência em ruas do Parque Taquaral
Vizinhança Solidária

Temendo roubos e assaltos, moradores do Parque Taquaral, em Campinas, recorreram aos vizinhos para aumentar a segurança no bairro. Nas ruas Francisco Pereira Coutinho, Pero de Campos Tourinho, Pero de Góis e Luís Otávio, que ficam próximas à Rodovia Miguel Noel Nascentes Burnier, a iniciativa “Vizinhança solidária” é percebida através de placas em muros e adesivos nos carros, além de sirenes instaladas no alto das casas.

A ideia é diminuir a insegurança através de uma rede constituída por vizinhos, que funciona como vigilância preventiva. Além das placas e adesivos afixados pelo bairro com o nome do projeto e os números da Polícia Militar e do disque denúncia, uma lista de telefones também foi elaborada. Deste modo, caso algum crime aconteça, os moradores entram em contato entre si, acionam a sirene e chamam a polícia.

Segundo o presidente da Associação dos Moradores Vizinhança Solidária, Jorge Lima dos Santos, as características do bairro, que conta com apenas duas entradas, fizeram com que as residências ficassem vulneráveis. Com isso, o grupo foi criado, inspirado em projetos de segurança implantados em bairros de Londrina e Curitiba, no Paraná, e Santos André, no ABC Paulista, onde as medidas reduziram os índices criminais.

Além das 120 placas e dos 200 adesivos que informam a existência do projeto, sirenes e holofotes para iluminação extra também foram instalados. A expectativa, segundo a moradora Viviane Bueno, é fazer com que as medidas afastem os perigos do bairro.

Segundo o presidente do Conselho de Segurança do Taquaral, que abrange 54 bairros, Luiz Roberto Gomes, a iniciativa dos moradores conta com o apoio do próprio Conseg e também da Polícia Militar.

Já o presidente da associação Jorge de Lima dos Santos, acredita que, além de gerar mais segurança para os moradores, o projeto também auxilia o trabalho da Polícia. Para ele, as medidas devem reduzir, inclusive, os gastos em segurança.

Até o momento, cerca de 50 casas já contam com as placas do projeto, mas a ideia é expandir esse número para 160 e chegar também a outros bairros da cidade.

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