No terceiro bloco do debate, o assunto sorteado foi habitação. O primeiro a falar sobre o tema foi Jonas Donizette. O candidato pelo PSB falou que uma das grandes dificuldades é o preço dos terrenos, e defende o subsídio da “Casa Paulista” para a construção de moradias populares. Para Jonas, não adianta pensar em conjuntos haboitacionais “tão gigantesco”, sem considerar os serviços que devem suprir essas comunidades, como escolas e centros de saúde. O candidato comenta que há bairros em Campinas, com conjutos habitacionais, nos quais estes serviços básicos ficam muito distantes das famílias.
Márcio Pochmman separou o problema da habitação em “três grandes esferas de intervenções”: Estrutura da moradia, serviços públicos e a construção. Sobre o “Minha Casa, Minha Vida”, o candidato petista disse que há exemplos de cidades governadas pelo PT em que o projeto é sucesso, sendo que em Campinas, segundo Márcio faltou planjamento da prefeitura para dar infra-estrutura. Pochmann sew c compromete a resolver o déficit habitacional nos quatro anos de mandato, caso seja eleito.
Ao voltar para Jonas, o candidato diz que não dá para acabar com este déficit, mas se for o novo prefeito de Campinas, disse que vai melhorar bastante a situação, com uma meta para a construção 10 mil casas e promoção de qualidade de vida nas comunidades.
Fechando o bloco, Márcio ainda teve oportunidade de rebater o adversário e pediu que deixasse registrado que Jonas disse que não conseguiria resolver o problema habitacional na cidade. Esta colocação causou reação na plateia, e por conta da intervenção na fala do candidato petista, o tempo dele foi reiniciado.
