O sexto caso de tuberculose em Campinas é um bebê nascido em abril deste ano no Hospital e Maternidade Madre Theodora, onde foi confirmado um surto em agosto desde ano. Uma enfermeira do hospital teria transmitido a doença. O bebê faz parte do grupo de 354 crianças examinadas na primeira semana de outubro, quando três pacientes tiveram que passar por exames mais detalhados. Os outros dois terão o resultado divulgado no dia 22 de outubro.
Até o momento 13 bebês foram diagnosticados com infecções latentes, têm o bacilo, mas não desenvolveram a tuberculose. A Coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Campinas, Maria do Carmo Ferreira, explica que no caso de adultos a doença pode nem se desenvolver, mas se tratando de bebês o efeito pode ser grave, por isso, o acampanhamento previsto pelo Ministério da Saúde.
Os casos de infecção latente estão sendo tratados com um antibiótico, durante seis meses. O mesmo período para o tratamento da tuberculose que está sendo feito na rede pública de Saúde com três tipos diferentes de antibióticos. Ao todo 1.300 crianças nascidas entre janeiro e junho deste ano passarão por exames.
