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Comandante da GM de Estiva Gerbi descarta ação de facção em morte de guarda

O comandante José Carlos Del Passo, da Garda Municipal de Estiva Gerbi, na região de Campinas, não relaciona a morte do guarda civil municipal, Márcio Aparecido Juliare, de 45 anos,

O comandante José Carlos Del Passo, da Garda Municipal de Estiva Gerbi, na região de Campinas, não relaciona a morte do guarda civil municipal, Márcio Aparecido Juliare, de 45 anos, com os atentados de uma facção criminosa contra agentes militares. Mas ele afirma que os assaltantes sabiam que Juliare era militar. O comandante descarta a relação com base nos depoimentos que ele colheu de testemunhas que viram quando Juliare foi assassinado durante um assalto a um posto de combustível. O latrocínio aconteceu no último sábado quando Márcio Aparecido Juliare fazia bico de segurança no posto.

Del Passo disse que o guarda civil estava falando ao telefone quando foi atingido por um tiro nas costas assim que ele desceu do carro para tentar prender os assaltantes.

“Os assaltantes sabiam que Márcio Juliare era da polícia, era agente de segurança”, contou o comandante da GM de Estiva Gerbi. Sobre os casos de policiais civis e militares vítimas de atentados no estado de São Paulo, Del Passo descartou ligação entre o latrocínio, roubo seguido de morte, e os ataques creditados a uma facção criminosa.

O latrocínio (fonte – EPTV) – Dois homens chegaram ao posto de combustíveis localizado na entrada de Estiva Gerbi por volta das 21h de sábado (17).Segundo a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar, Márcio Aparecido Juliare tentou dar voz de prisão aos assaltantes e foi atingido por dois tiros, sendo um nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. Ninguém foi preso. Os ladrões levaram R$ 800 do estabelecimento.

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