Se já não bastasse a briga contra o rebaixamento para série C do Campeonato Brasileiro, o presidente interino do Guarani tem que cuidar de mais uma herança de seu antecessor, Marcelo Mingone, que renunciou ao cargo no último dia 10.
Desta vez é o caso Bruno Mendes. A justiça ordenou que o jogador voltasse do Rio de Janeiro, onde atuou nesta série A pelo Botafogo, para Campinas e se reintegrasse ao grupo do bugre.
Em meio à luta dentro de campo e as preocupações de eleição de um novo presidente, o presidente interino do Guarani, Rodrigo Ferreira, diz que vai conversar com as partes interessadas para chegarem a um acordo sem prejuízos para nenhuma parte.
Ainda segundo o presidente, o Guarani já recebeu o valor da venda de Bruno Mendes, cerca de R$ 4 milhões e que parte deste dinheiro já foi gasto.
O presidente diz que há uma multa caso a venda não se concretizasse, mas ele busca uma alternativa para o caso.
Rodrigo Ferreira enfatiza que tanto a CBF, como Macaé e Botafogo sabiam que a venda não poderia ser concretizada.
Enquanto a solução para o caso Bruno Mendes não chega, o Conselho Deliberativo se reúne amanhã para decidir se haverá novas eleições para presidente do clube. Dentro de campo, o bugre tem que vencer o São Caetano no sábado no Brinco de Ouro. Empate ou derrota mais combinação de resultados, rebaixa o vice-campeão paulista para a Série C do Campeonato Brasileiro.
