O promotor de justiça Marcelo Digiácomo abriu inquérito para descobrir por que a Prefeitura de Hortolândia não fez licitação para contratar em 2007 a empresa Delta, envolvida no caso de desvio de verba pública do caso Cachoeira. O que é contra a lei. Além disso, de ter usado uma ata dos mesmos serviços feita pela prefeitura de Campinas. Outro ponto conflitante está no fato da prefeitura de Hortolândia ter contratado a Delta para vários serviços. Um tipo de contratação também constatado como irregular pelo Tribunal de Contas em contratos de Campinas. O promotor de justiça não confirma valores em dinheiro envolvendo o contrato de Hortolândia, mas teria valores acima de um milhão de reais. A prefeitura mesmo arquivou uma investigação interna desse caso. Marcelo Digiácomo garantiu ter em mãos outras acusações de improbidade administrativa.
O prefeito de Hortolândia Ângelo Perugini do PT apesar de ter confirmado entrevista à Rádio CBN Campinas não gravou com a emissora em resposta a investigação. Em um relatório paralelo da CPI de Cachoeira as prefeituras de Campinas e Piracicaba teriam abastecido quatro contas usadas no suposto esquema. Seriam R$ 43,2 milhões para pagar por obras públicas. As licitações não estariam irregulares.
