Dez das 30 viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, seguem paradas para conserto em Campinas. A situação se arrasta desde o mês de julho, quando outras nove ambulâncias também estavam inoperantes. Na maior parte deste ano, somente as emergências eram atendidas prontamente, enquanto o atendimento dos casos menos urgentes demoravam cerca de uma hora.
Segundo o coordenador do Samu, José Roberto Hansen, o problema aconteceu devido à antiga empresa responsável pelo conserto e manutenção das viaturas, que não cumpria o contrato. A prestadora de serviço foi multada, o acordo foi encerrado e a empresa foi impedida de participar de novas licitações. Com isso, ainda de acordo com Hansen, outro contrato foi feito com uma nova prestadora e a previsão é que a frota opere totalmente em um mês e meio.
Enquanto a situação não é normalizada, 15 viaturas operam diariamente na cidade: 10 unidades básicas, três UTIs e outros dois veículos mantidos em bairros determinados. As outras ambulâncias disponíveis são usadas no transporte de pacientes, no apoio a eventos e como reposição em casos específicos.