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Advogado diz que polícia não tem ideia do que causou a morte de três pessoas no Hospital Vera Cruz

A polícia de Campinas ainda não descarta nenhuma linha de investigação no caso das três pessoas que morreram após passar por um exame de ressonância magnética no Hospital Vera Cruz.

Advogado diz que polícia não tem ideia do que causou a morte de três pessoas no Hospital Vera Cruz
A polícia de Campinas ainda não descarta nenhuma linha de investigação no caso das três pessoas que morreram após passar por um exame de ressonância magnética no Hospital Vera Cruz. Nesta sexta-feira, dois médicos prestaram depoimentos por quase cinco horas. A polícia tenta ainda refazer os passos dos profissionais responsáveis pelo procedimento e pelo socorro […]

A polícia de Campinas ainda não descarta nenhuma linha de investigação no caso das três pessoas que morreram após passar por um exame de ressonância magnética no Hospital Vera Cruz. Nesta sexta-feira, dois médicos prestaram depoimentos por quase cinco horas. A polícia tenta ainda refazer os passos dos profissionais responsáveis pelo procedimento e pelo socorro prestado as vítimas.

O setor de ressonância magnética do Hospital Vera Cruz é terceirizado e de responsabilidade de uma empresa chamada RMC. O primeiro depoimento foi prestado por uma médica, que é filha de um dos sócios da RMC e que ajudou no socorro das vítimas. Depois, foi a vez de um médico residente dar explicações à polícia.

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De acordo com o advogado da RMC, Ralph Tórtima, mesmo depois de todos os depoimentos prestados, é impossível estabelecer uma linha de investigação para o caso, já que ninguém tem ideia do que pode ter acontecido. Ele afirma que o mistério é tão grande que o problema está longe de ser solucionado. Sobre os depoimentos, o advogado Ralph Tórtima informou que o interesse da polícia é entender como os pacientes foram atendidos durante o procedimento e como eles foram socorridos. Além disso, a investigação quer identificar quem foram os profissionais do hospital que tiveram contato com os pacientes no dia em que foram registrados os óbitos.

Até agora, a polícia já ouviu o depoimento de pelo menos 10 funcionários do Hospital Vera Cruz. Também foi realizada a reconstituição do atendimento aos pacientes na própria unidade hospitalar. Os óbitos foram registrados no dia 28 de janeiro, quando três pacientes passaram mal depois do exame de ressonância magnética. As amostras retiradas dos corpos dos pacientes estão sendo analisadas no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e as análises deverão ficar prontas apenas em março.

 

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