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Caso jet ski tem mais um acusado pela morte de Grazielly

A Justiça aceitou o pedido do Ministério Público para a inclusão de mais um réu no caso da morte de Grazielly Almeida Lames, morta no ano passado após ser atingida

A Justiça aceitou o pedido do Ministério Público para a inclusão de mais um réu no caso da morte de Grazielly Almeida Lames, morta no ano passado após ser atingida por um jet ski, em Bertioga. O caseiro Erivaldo Francisco de Moura passa a responder pelos crimes de lesão corporal em uma senhora, homicídio culposo e omissão de socorro em relação à Grazielly. O Ministério Público já havia oferecido a denúncia contra o caseiro que é conhecido como Chapolin, mas na ocasião, foi negada pelo juíz. O MP recorreu e nesta quarta-feira (20/02), ele passou a integrar o banco dos réus.

O advogado da família de Grazielly, José Beraldo, explica que no primeiro momento a Justiça entendeu que o caseiro havia apenas seguido ordens do patrão, o empresário José Augusto Cardoso Filho, também réu do caso. Ele é o padrinho do adolescente que estava dirigindo o jet ski. Com o recurso, concluiu-se que Erivaldo assumiu o risco para o crime.

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Com a inclusão do caseiro, o processo passa a ter quatro réus. Além dele e do empresário, José Augusto, são acusados pelo homicídio, o proprietário da marina, Thiago Veloso Lins e o mecânico Ailton Bispo de Oliveira.Como o processo já estava em andamento , ele foi desmembrado. Erivaldo tem dez dias para apresentar defesa.

Grazielly tinha três anos e morreu após ser atropelada por um jet ski na praia de Guaratuba, no dia 18 de fevereiro do ano passado. A família da menina é de Artur Nogueira e passava férias em Bertioga.

 

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