A recuperação ambiental prevista para as margens do anel viário Magalhães Teixeira pode trazer um impacto positivo para a região, depois da conclusão das obras de extensão do trecho rodoviário. A afirmação é do diretor da Geotec, Fernando Kertzman, responsável pela elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto ao Meio Ambiente entregues à CETESB em novembro do ano passado.
De acordo com o EIA-RIMA, a área de aproximadamente 10 km que será integrada ao anel viário não constitui uma região ambientalmente rica, já que a maior parte do trecho era utilizada na agricultura. Segundo o diretor da Geotec, Fernando Kertzman, é provável que o local melhore suas condições ambientais depois que a obra for concluída.
A CETESB ainda não se manifestou sobre o estudo entregue pela Concessionária Rota das Bandeiras, responsável pelas obras no anel viário Magalhães Teixeira. Segundo Fernando Kertzman, é necessário aguardar as considerações da Companhia para saber se será necessária alguma alteração no Estudo de Impacto Ambiental. De qualquer forma, o diretor da Geotec acredita num resultado positivo.
O prolongamento do anel viário Magalhães Teixeira terá cerca de 10 km de extensão e será dividido em duas etapas de construção. A primeira delas, com cerca de 6km, liga as rodovias Anhanguera e Bandeirantes. O trecho restante fará a ligação até a rodovia Miguel Melhado Campos, ampliando o acesso ao Aeroporto de Viracopos. O investimento previsto para a obra é de R$ 210 milhões.
