Na manhã dessa sexta-feira, foram ouvidas no 1º Distrito Policial de Campinas duas testemunhas sobre o caso das 3 mortes ocorridas no dia 28 de Janeiro no Hospital Vera Cruz após exames de ressonância magnética por contraste. A mãe e a tia de Mayra Cristina Augusto Monteiro, de 25 anos, uma das vítimas, estavam muito abaladas e não quiseram detalhar o conteúdo dos depoimentos. A mãe, Neusa Augusto, só conseguiu dizer que espera Justiça e a tia, Celina Augusto, preferiu não falar em indenização, mas quer saber o que aconteceu. O advogado da família de Mayra, Edmilson Gallinari, também não quis detalhar o conteúdo dos depoimentos, mas acredita que o hospital falhou. Ele corrige a informação passada inicialmente à Imprensa de que Mayra teria começado a passar mal já em casa. De acordo com o advogado, ela nem chegou a entrar no carro para ir embora. O delegado responsável pelo caso, José Carlos Fernandes, disse ser ainda prematura qualquer afirmação sobre o que teria acontecido durante os exames que causaram as mortes, esclarecendo que precisa saber os resultados dos laudos do IML, Adolfo Lutz e Unicamp, previstos para estarem prontos no fim do mês.O outro depoimento foi de um senhor que teve seu exame de ressonância cancelado pelo Hospital assim que ocorreram as mortes. Ele pediu para não ser identificado.
