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Prefeitura descarta relação entre mortes após hemodiálise em Indaiatuba

Após análises dos atestados de óbitos de pacientes da clínica Thompson, a prefeitura de Indaiatuba descarta a relação entre as nove mortes registradas no mês de janeiro e fevereiro. Através

Após análises dos atestados de óbitos de pacientes da clínica Thompson, a prefeitura de Indaiatuba descarta a relação entre as nove mortes registradas no mês de janeiro e fevereiro. Através de nota, a Vigilância em Saúde reforçou que cada paciente morreu devido a uma complicação. Em janeiro foram cinco óbitos. As causas foram cirrose hepática, doença renal em estado terminal, arritmia cardíaca e infecção urinária. O outro caso do mês foi de um paciente de outra cidade e a prefeitura não teve acesso a documentação.

Em fevereiro foram quatro mortes. Um causado por infecção urinária e outro por infecção renal crônica. Dois atestados de óbito não foram entregues à prefeitura, mas mesmo sem a análise, a Vigilância informou que por já ter analisado a maioria dos casos, não há possibilidade de ligação entre as mortes.

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O diretor da Clínica Thompson, Carlos Machado, já havia descartado esta hipótese. De acordo com ele, os pacientes que morreram já estavam com a saúde fragilizada.

A prefeitura de Indaiatuba destacou ainda através de nota que houve uma vistoria na clínica Thompson no dia 29 de janeiro deste ano. A Vigilância Sanitária não encontrou na ocasião nenhuma irregularidade com equipamentos, atendimento, operacionalização, prontuários, fluxos e recursos humanos. Em contato com a CBN, a assessoria de imprensa também informou que anualmente são feitas três vistorias pelo órgão competente.

 

 

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