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20 dias: Samu estabelece prazo para liberar ambulâncias paradas

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Campinas deve colocar em circulação as três novas ambulâncias repassadas pelo Ministério da Saúde em até 20 dias. Os veículos estão parados

20 dias: Samu estabelece prazo para liberar ambulâncias paradas
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Campinas deve colocar em circulação as três novas ambulâncias repassadas pelo Ministério da Saúde em até 20 dias. Os veículos estão parados por problemas na liberação da documentação. De qualquer forma, o Diretor do SAMU, José Roberto Hansen, afirmou que as ambulâncias paradas não prejudicam o atendimento […]

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Campinas deve colocar em circulação as três novas ambulâncias repassadas pelo Ministério da Saúde em até 20 dias. Os veículos estão parados por problemas na liberação da documentação. De qualquer forma, o Diretor do SAMU, José Roberto Hansen, afirmou que as ambulâncias paradas não prejudicam o atendimento na cidade. Segundo as determinações do Ministério da Saúde, os municípios devem ter uma UTI móvel para cada 350 mil habitantes e uma unidade básica para cada 100 mil habitantes.

O SAMU de Campinas tem hoje 30 ambulâncias disponíveis, entre UTIs e unidades básicas, ou seja, um número três vezes maior do que o exigido pelo Ministério da Saúde. O diretor do SAMU, José Roberto Hansen, reconhece que parte dos veículos está parada, seja por problemas burocráticos ou mecânicos. Mas ele afirma que diariamente circula pela cidade o número de veículos exigido pelo Ministério da Saúde e por isso o atendimento à população não fica comprometido. Sobre as três ambulâncias novas, o diretor do SAMU José Roberto Hansen afirma que não há atraso, já que é necessário passar por um processo burocrático para regularizar a documentação dos veículos.

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O sindicato dos servidores de Campinas havia informado que pretendia formalizar um pedido de averiguação por parte do Ministério Público para identificar quais seriam os motivos das ambulâncias não serem utilizadas. A reportagem entrou em contato com a diretoria do sindicato, mas não teve retorno.

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