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PA Campo Grande deixa de receber verba federal por falta de estrutura

A unidade hospitalar de Pronto Atendimento do Campo Grande em Campinas deixa de receber cerca de R$ 250 mil mensais, por falta de adequações na estrutura. Isso foi constatado durante

PA Campo Grande deixa de receber verba federal por falta de estrutura
A unidade hospitalar de Pronto Atendimento do Campo Grande em Campinas deixa de receber cerca de R$ 250 mil mensais, por falta de adequações na estrutura. Isso foi constatado durante vistoria no PA, realizada pelo Sindicato dos Médicos. O que faltam são algumas correções no ambiente, que possibilitariam enquadrar como uma UPA e então receber […]

A unidade hospitalar de Pronto Atendimento do Campo Grande em Campinas deixa de receber cerca de R$ 250 mil mensais, por falta de adequações na estrutura. Isso foi constatado durante vistoria no PA, realizada pelo Sindicato dos Médicos. O que faltam são algumas correções no ambiente, que possibilitariam enquadrar como uma UPA e então receber verbas federais. Segundo o diretor do Sindicato, Casemiro Reis, um investimento em torno de R$ 25 mil resolveria o problema.

Entre as adequações que são necessárias estão a pintura da parede que deve ser lavável, vedação de rodapés e tela contra mosquitos. O secretário de Saúde de Campinas, Cármino de Souza reconhece a necessidade destas adequações e outros pontos levantados pela vigilância. No entanto, segundo ele, os ajustes seriam mais caros que o valor apresentado durante a vistoria.

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Apesar da necessidade de ajustes na parte estrutural, as instalações são novas e os equipamentos estão em pleno funcionamento. O problema é falta de médicos e profissionais da saúde.

Na sexta-feira dia (24/05), um aviso em frente a entrada avisava à população que a espera para clínico geral estava entre seis e oito horas. Para as crianças a média era de quatro a seis.

Diariamente a média de atendimentos entre segunda e quinta feira é de 600 pessoas. Segundo a coordenadoria do PA Campo Grande, atualmente há um déficit de 200 horas de clínicos geral e 120 de pediatras. Dos 14 médicos para adultos que foram demitidos do Cândido, 8 foram repostos. Na especialidade para crianças, foram 10 demissões, com 4 reposições.

Cármino de Souza reforça que há processos para contração de novos médicos, mas comenta a dificuldade, principalmente na especialidade de clínica médica.

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