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Lojistas contabilizam prejuízo causado por vândalos

Em mais uma noite de protesto em Campinas nesta segunda-feira, lojas do centro da cidade foram atacadas por grupos que se infiltraram na manifestação, instalando um clima de terror entre

Lojistas contabilizam prejuízo causado por vândalos
Em mais uma noite de protesto em Campinas nesta segunda-feira, lojas do centro da cidade foram atacadas por grupos que se infiltraram na manifestação, instalando um clima de terror entre os comerciantes. Na Avenida Doutor Thomaz Alves, um grupo isolado se aproveitou do momento para depredar e saquear lojas. Os prejuízos maiores foram com as […]

Em mais uma noite de protesto em Campinas nesta segunda-feira, lojas do centro da cidade foram atacadas por grupos que se infiltraram na manifestação, instalando um clima de terror entre os comerciantes. Na Avenida Doutor Thomaz Alves, um grupo isolado se aproveitou do momento para depredar e saquear lojas. Os prejuízos maiores foram com as troca das portas de ferro e vitrines de quase todas as lojas da rua, como conta essa lojista que não quis se identificar. A gerente de uma loja de bijuterias, Rosana Rotoli, conta que as vendas caíram muito na última semana e que por volta de 15h os comerciantes já começam a fechar as portas. A loja de roupas e acessórios de Willam Galucci foi a que mais sofreu com o vandalismo desta segunda-feira, porque além das portas e paredes danificadas, teve 60% de sua mercadoria saqueada. Ele contabiliza um prejuízo de 10 mil Reias.

Já Maurício Sulinsk, que tem uma loja de roupas na Rua Irmã Serafina, só não sofreu saques, porque a polícia chegou a tempo e dispersou o bando de cerca de 100 pessoas. Os prejuízos para o comércio nesse último protesto ainda não foram contabilizados, mas, segundo balanço parcial da associação comercial e industrial, na manifestação de quinta-feira, o prejuízo chegou a R$ 10 milhões.

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A Presidente da ACIC, Adriana Flosi, pede que o comerciante seja poupado, já que tem apoiado os protesto, desde que feito de forma pacífica. Antes de todo o tumulto, os cerca de 2500 manifestantes foram à Câmara Municipal, onde sete representantes se reuniram com os parlamentares e entregaram uma pauta de reivindicações; entre elas a redução da passagem para R$ 2,85.

 

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