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Movimento pede CPI e mantém manifestação em Campinas

Representantes da Frente Contra o Aumento da Passagem se reuniram nesta quinta-feira na Câmara de Campinas com secretários e vereadores para discutir a pauta de reivindicações do movimento. Entre os

Movimento pede CPI e mantém manifestação em Campinas
Representantes da Frente Contra o Aumento da Passagem se reuniram nesta quinta-feira na Câmara de Campinas com secretários e vereadores para discutir a pauta de reivindicações do movimento. Entre os principais assuntos, estavam a instauração da CPI dos Transportes, o pedido de redução da tarifa de ônibus para R$ 2,85 e a abertura das planilhas […]

Representantes da Frente Contra o Aumento da Passagem se reuniram nesta quinta-feira na Câmara de Campinas com secretários e vereadores para discutir a pauta de reivindicações do movimento. Entre os principais assuntos, estavam a instauração da CPI dos Transportes, o pedido de redução da tarifa de ônibus para R$ 2,85 e a abertura das planilhas de caixa das empresas.

Sobre a instalação da Comissão, proposta de Paulo Búfalo, do PSOL, o requerimento conta com cinco assinaturas das onze necessárias. Para dar mais força ao assunto dentro da Casa, o vereador do PT, Pedro Tourinho, pediu o envolvimento do Ministério Público na investigação das planilhas do transporte. Segundo Tourinho, foi constatada uma diferença no valor da compra de pneus pode que pode ter afetado também o valor da tarifa. Já o representante da Frente Contra o Aumento da Passagem, Luiz Müller de Faria, cobra maior participação dos vereadores. De acordo com ele, poucos membros da casa demonstraram conhecimento sobre o assunto.

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Quanto à possibilidade de nova diminuição no valor da passagem, o grupo ouviu uma resposta negativa do secretário de Governo de Jonas Donizette, Wanderlei de Almeida. Segundo ele, a medida não pode ser tomada devido à redução de 10% já realizada nas últimas semanas, quando a tarifa passou de R$ 3,30 para R$ 3,00. Já a divulgação da planilha com os gastos e os lucros das empresas rendeu discussão, já que a principal reclamação é sobre maiores detalhes dos dados disponibilizados. Para o secretário de Transportes e presidente da Emdec, Sérgio Benassi, o problema não é a falta de transparência, mas sim a utilização de uma linguagem técnica nos documentos.

Outras reivindicações da Frente Contra o Aumento também foram rechaçadas pelo Executivo durante a reunião. Entre elas, o passe livre para estudantes e desempregados e o pedido pelo fim do subsídio da prefeitura à empresa privada. Diante disso, o movimento confirmou que a manifestação na cidade prevista para essa sexta será mantida.

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