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Após desabamento, obra de prédio pode não ser retomada

A obra onde ocorreu o desabamento que tragou parte da rua Gustavo Ambrust no Cambuí em Campinas pode não ser retomada após os trabalhos de apuração sobre as causas do

A obra onde ocorreu o desabamento que tragou parte da rua Gustavo Ambrust no Cambuí em Campinas pode não ser retomada após os trabalhos de apuração sobre as causas do acidente. A afirmação é da secretária de Urbanismo de Campinas, Silvia Faria, que participou das vistorias nos imóveis próximos à escavação para construção de um edifício comercial. Segundo ela, os trabalhos de reconstrução da via e da praça que serão de responsabilidade da construtora GNO podem durar mais de 60 dias. Após o período, porém, o embargo da obra pode não ser removido.

Além de Silvia Faria, o secretário de Infraestrutura de Campinas, Carlos Augusto Santoro, também visitou a região onde ocorreu o desmoronamento. Santoro é o chefe da comissão instaurada pela Prefeitura para investigar as causas do acidente. Para ele, seria precipitado determinar um motivo específico para a queda antes de vistorias e reuniões técnicas, mas já é possível afirmar que a espessura do muro de contenção era insuficiente. Os escombros no local, ainda segundo o secretário, precisam ser analisados para que os detalhes do desabamento possam ser esclarecidos. A coleta do material, no entanto, só deve acontecer após as intervenções necessárias para que novos deslizamentos não aconteçam.

Apesar dos estragos, o acidente não deixou vítimas, já que a área foi evacuada minutos antes do rompimento do muro de arrimo. Três estabelecimentos mais próximos da área escavada seguem interditados, mas outros imóveis ainda podem ser isolados caso danos às estruturas sejam constatados.

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