A Justiça condenou o prefeito cassado de Campinas Hélio de Oliveira Santos por improbidade administrativa e estipulou multa de 12 vezes o valor da remuneração mensal recebida pelo pedetista durante o ano de 2005, quando ele governava a cidade. O prefeito cassado foi acusado de má gestão do orçamento municipal. Ele aplicou no ensino fundamental 14,52% do orçamento, quando a lei exige 15% da receita, o que significa que ele deixou de investir R$ 3,9 milhões no ensino fundamental do município. Além disso o ex-prefeito infringiu a Lei de Responsabilidade Fiscal, que estabelece em 54% o limite de gastos com funcionários de prefeituras, e durante a gestão do pedetista o índice chegou a 54,7%, o que representou uma diferença de R$ 8,8 milhões aos cofres públicos. A promotoria apontou ainda irregularidades relacionadas ao pagamento de precatórios.
