A partir de novembro o lixo químico que fica armazenado por até um ano nos centros de saúde e hospitais municipais, de Campinas. Passará ser coletado e incinerado mensalmente. A medida vai reduzir os problemas de armazenagem e riscos nas unidades de saúde pública. A mudança no sistema de coleta está sendo feita por conta da alteração no processo de licitação do lixo na cidade, que separou a coleta e destinação dos resíduos urbanos do lixo da área da saúde.
O novo contrato de R$ 5,4 milhões ,foi assinado em julho deste ano. Segundo os dados da prefeitura as unidades de saúde do município geram uma média de 1,5 toneladas de lixo com risco de contaminação. Esses resíduos ficam armazenados em caixas especiais atendendo os critérios previstos na legislação vigente, porém, permaneciam por muito tempo no local. Esse tipo de lixo a partir do novo contrato terá prioridade na coleta e destinação que é diferenciada. Primeiro todo material coletado passa por processo de tratamento térmico por micro-ondas com temperatura de 140 graus para destruir todo e qualquer agente contaminador. Após esse processo ele é levado para o aterro sanitário.