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Socorristas simulam tragédia no Brinco de Ouro

Pela primeira vez em 18 anos, o SAMU de Campinas realizou um simulado de situação de emergência em um estádio de futebol. O Estádio do Guarani foi o cenário para

Socorristas  simulam tragédia no Brinco de Ouro
Pela primeira vez em 18 anos, o SAMU de Campinas realizou um simulado de situação de emergência em um estádio de futebol. O Estádio do Guarani foi o cenário para o trabalho que envolveu centenas de pessoas e representantes do SAMU de Campinas, região e de outras cidades como São Vicente e Itanhaém. O simulado […]

Pela primeira vez em 18 anos, o SAMU de Campinas realizou um simulado de situação de emergência em um estádio de futebol. O Estádio do Guarani foi o cenário para o trabalho que envolveu centenas de pessoas e representantes do SAMU de Campinas, região e de outras cidades como São Vicente e Itanhaém. O simulado envolveu também os hospitais Mário Gatti, Celso Pierro da Puc-campinas e o HC da Unicamp, além da Defesa Civil , Polícia Militar com o helicóptero e outros órgãos públicos e privados. Segundo o coordenador do SAMU de Campinas, José Roberto Hansen, a proposta foi avaliar todas as possibilidades das equipes de saúde para atuar em uma situação de emergências com grande número de vítimas em um estádio.

O simulado aconteceu dias depois da briga generalizada que ocorreu durante a partida entre Vasco e Atlético Paranaense, em Santa Catarina. Segundo o coordenador do SAMU foi uma mera coincidência ,pois o trabalho já estava programado. No estádio do Guarani uma das principais falhas encontradas pelas equipes foi a falta de estrutura para retirar as vítimas das arquibancadas, pois, um fosso separa o local do campo. Diante da situação foi criada uma rampa de acesso para o deslocamento das equipes médicas , pessoal de apoio e pacientes. O lado positivo foi que o estádio apresenta boas condições para a entrada de veículos e pouso de aeronave.

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Além do simulado dentro do estádio a ação foi levada também para os hospitais Mário Gatti e H.C. da Unicamp. Nas unidades hospitalares as equipes foram obrigadas realizar uma reorganização no Pronto Socorro, liberando as salas de urgência para os pacientes acidentados. O coordenador do Samu , José Roberto Hansen, fez questão de frisar que a medida adotada não interferiu no atendimento.

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