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Delegados fazem reunião sobre investigação de ataques

Os delegados que apuram as 12 mortes registradas entre 12 e 13 de janeiro na região do Ouro Verde em Campinas se reuniram nesta sexta-feira. O encontro aconteceu dois dias

Delegados fazem reunião sobre investigação de ataques
Os delegados que apuram as 12 mortes registradas entre 12 e 13 de janeiro na região do Ouro Verde em Campinas se reuniram nesta sexta-feira. O encontro aconteceu dois dias depois da prisão de cinco policiais militares suspeitos pelo assassinato de Joab Gama das Neves, de 17 anos. De acordo com a Polícia, há fortes […]

Os delegados que apuram as 12 mortes registradas entre 12 e 13 de janeiro na região do Ouro Verde em Campinas se reuniram nesta sexta-feira. O encontro aconteceu dois dias depois da prisão de cinco policiais militares suspeitos pelo assassinato de Joab Gama das Neves, de 17 anos. De acordo com a Polícia, há fortes indícios de que o adolescente seja a décima terceira vítima, já que foi morto na mesma noite dos ataques. Também não está descartada a possibilidade de envolvimento dos policiais presos nos assassinatos em série.

A reunião, que aconteceu por quase duas horas e meia no prédio do Deinter 2, teve a participação do delegado seccional José Carlos Fernandes e dos representantes da DIG e do Setor de Homicídios. Entre os assuntos discutidos, segundo o delegado Devanir Dutra, que não gravou entrevista, estavam os trabalhos realizados até o momento e o planejamento para os próximos passos da investigação. Para o diretor do Deinter, Licurgo Nunes Costa, o cumprimento dos mandados de prisão dos PMs marcam o início de uma definição do caso.

Uma das suspeitas da força-tarefa, que contou ainda com o auxílio do DHPP do capital paulista, é de que a série de crimes tenha sido uma retaliação à morte do policial militar Arides Luis dos Santos, vítima de latrocínio na mesma região horas antes dos ataques. Arides integrava o 47º Batalhão, do qual quatro policiais presos também faziam parte. O outro PM suspeito trabalhava no Copom. Sobre a prisão dos oficiais, o Comandante do CPI-2 Carlos de Carvalho Junior, afirmou que a corporação contribuiu com as apurações. Ele classificou as atitudes como “desvio de comportamento”. A Polícia Civil também não descarta que outros policiais militares tenham participado dos crimes.

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