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Em meio alerta de racionamento, consumo de água cresce 40% em Indaiatuba

Indaiatuba já tem picos de falta de água nos pontos mais altos da cidade. Ainda não há racionamento, mas a conscientização é feita à população. Desde janeiro, o consumo de

Indaiatuba já tem picos de falta de água nos pontos mais altos da cidade. Ainda não há racionamento, mas a conscientização é feita à população. Desde janeiro, o consumo de água aumentou cerca de 40% e esta é principal causa dos apagões no fornecimento. O nível dos mananciais está abaixo, mas ainda é possível fazer a captação. Também estão sendo as abertas represas.

O Superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae), Nilson Gaspar, comenta que a demanda está sendo maior que a capacidade de tratamento de água na cidade. Ele cita uma região que em situações normais, consome cerca de 30 milhões litros por dia. Atualmente o consumo está nos 42 milhões.

Esta demanda pela água é impulsionada pelo calor que faz em toda região. Banhos mais demorados, piscinas, lavagem de calçadas… A orientação do superintendente do SAE, Nilson Gaspar, é a mudança de hábitos.

Além de Indaiatuba, há outras cidades que não estão em estado de racionalização, mas já conscientizam os moradores do risco. A Sabesp informou através de nota que abastecimento nas cidades de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Elias Fausto, Hortolândia, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Mombuca, Monte Mor, Morungaba, Paulínia e Várzea Paulista está normal e os mananciais estão sendo monitorados. O DAE de Jundiaí também informa que não há problemas de abastecimento, e por enquanto o racionamento está descartado.

 

 

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