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Ferramenta para mapear Campinas só deve ficar pronta em 2015

São oito anos desde o anúncio do software de Geoprocessamento da cidade de Campinas e ele ainda não saiu do papel. Com um gasto de mais de R$ 15 milhões,

Ferramenta para mapear Campinas só deve ficar pronta em 2015
São oito anos desde o anúncio do software de Geoprocessamento da cidade de Campinas e ele ainda não saiu do papel. Com um gasto de mais de R$ 15 milhões, o projeto chegou a ser um dos objetos de investigação da CPI da Corrupção em 2012, que acabou com dois prefeitos cassados, Hélio de Oliveira […]

São oito anos desde o anúncio do software de Geoprocessamento da cidade de Campinas e ele ainda não saiu do papel. Com um gasto de mais de R$ 15 milhões, o projeto chegou a ser um dos objetos de investigação da CPI da Corrupção em 2012, que acabou com dois prefeitos cassados, Hélio de Oliveira Santos e Demétrio Vilagra. Na nova de gestão de Jonas Donizette, o projeto pode se tornar realidade. A afirmação é do Coordenador de Comunicação da IMA, Bi Rodrigues.  A previsão é que fique pronto só em 2015. Com a ressalva de que ainda não há um custo para que software possa ser utilizado.

Bi Rodrigues explica a dificuldade de implantação. O programa está desatualizado. Ele ainda fala que a fase atual é de análise e ainda depende de um mapeamento através de fotos aéreas.

Este processo de fotografia aérea de toda a cidade já foi encomendado pela prefeitura e deve ser feito entre os meses de julho e outubro deste ano. A escolha do período é devido ao céu de brigadeiro. As imagens devem ficar melhores.

O software de Geoprocessamento foi desenvolvido inicialmente pelo CPQD, em parceria com a SANASA. Depois passou por outras secretarias e para IMA. Nesta nova gestão, assim estiver pronto, deve integrar todas as pastas.

O vereador Artur Orsi, que presidiu a CPI da Corrupção em 2012, fala que software de geoprocessamento já criado sem viabilidade de ser aplicado. Outro ponto é que na ocasião, outras possibilidades não chegaram a ser cogitadas.

Calcula-se que além do custo no desenvolvimento do programa, os gastos indiretos, como por exemplo a com contratação de profissionais, chegou a mais de R$ 4 milhões. Totalizando cerca de R$ 20 milhões de reais. O projeto foi desenvolvido em 2006.

 

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