O Médico infectologista da Unicamp, Christian Hofling, confirma que a bactéria KPC que provocou duas mortes no Hospital Municipal de Americana é uma bactéria presente em várias unidades de saúde, sendo epidemia na capital. Não há prevenção aos pacientes, apenas orientações aos profissionais da saúde. A dificuldade está no tratamento da doença.
Na cidade de Americana novos testes são esperados para saber se a situação foi controlada. Dos sete pacientes diagnosticados desde fevereiro, além dos dois que morreram, outros dois receberam alta e três seguem internados. As cirurgias eletivas precisaram ser canceladas. Em 2013, o mesmo micro-organismo causou a suspensão de internações na UTI do Hospital Celso Pierro, quando sete casos foram confirmados. No mesmo ano, o Hospital das Clínicas da Unicamp também registrou 11 contaminações por KPC. Deste total, seis morreram, mas a presença da bactéria não foi considerada determinante pela unidade.