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Trabalhadores acusam Consórcio de Viracopos de retaliação

Trabalhadores das obras de expansão do aeroporto de Viracopos em Campinas acusam consórcio e empresas terceirizadas de retaliação após a paralisação do dia 23 de abril, que reuniu trabalhadores principalmente

Trabalhadores acusam Consórcio de Viracopos de retaliação
Trabalhadores das obras de expansão do aeroporto de Viracopos em Campinas acusam consórcio e empresas terceirizadas de retaliação após a paralisação do dia 23 de abril, que reuniu trabalhadores principalmente da empresa MW, que era responsável pelas tubulações do novo terminal. Segundo a Comissão que representa os funcionários, houve suspensão de trabalhos e até demissões. José […]

Trabalhadores das obras de expansão do aeroporto de Viracopos em Campinas acusam consórcio e empresas terceirizadas de retaliação após a paralisação do dia 23 de abril, que reuniu trabalhadores principalmente da empresa MW, que era responsável pelas tubulações do novo terminal. Segundo a Comissão que representa os funcionários, houve suspensão de trabalhos e até demissões.

José Carlos Ferreira de 61 anos trabalhava na finalização do novo terminal e participou da manifestação. Dois dias depois ele foi demitido. O contrato de trabalho dele é com Consórcio Construtor Viracopos, o CCV. José Carlos representa a Comissão e conta que o que foi negociado na assembleia não foi cumprido. Ele fala na suspensão de mais de mil trabalhadores e cerca de 50 demissões.

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A assessoria de imprensa do aeroporto informou através de nota que com o objetivo de garantir os direitos dos trabalhadores das empresas terceirizadas, o Consórcio Construtor Viracopos suspendeu de fato o contrato da MW Engenharia, por tempo indeterminado. Isso foi feiro para verificar as acusações de alguns colaboradores de que não estariam recebendo os benefícios ajustados entre o CCV e o sindicato da categoria.

Ainda em nota o Consórcio diz que não vai permitir que as contratadas descumpram normas, mas sem prejuízo aos trabalhadores. Sobre os funcionários contratados diretamente pelo Consórcio Construtor, como o caso de José Carlos Ferreira, a assessoria informa que na medida em que as etapas da obra vão sendo concluídas, as frentes de trabalho vão sendo desmobilizadas.

 

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