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Câmara quer detalhes sobre plano de racionamento da Sanasa

Com o plano de racionamento traçado desde o início do ano, a Sanasa terá que detalhar as medidas previstas na Câmara dos Vereadores de Campinas. Entre as questões, o período

Câmara quer detalhes sobre plano de racionamento da Sanasa
Com o plano de racionamento traçado desde o início do ano, a Sanasa terá que detalhar as medidas previstas na Câmara dos Vereadores de Campinas. Entre as questões, o período e os dias em que o fornecimento de água será suspenso, e se haverá o cadastramento de caminhões-pipa. O chamado Plano de Contingência está pronto […]

Com o plano de racionamento traçado desde o início do ano, a Sanasa terá que detalhar as medidas previstas na Câmara dos Vereadores de Campinas. Entre as questões, o período e os dias em que o fornecimento de água será suspenso, e se haverá o cadastramento de caminhões-pipa. O chamado Plano de Contingência está pronto para ser usado caso a captação no Rio Atibaia fique abaixo dos 4 metros cúbicos por segundo.

Atualmente, a vazão está em 10 metros cúbicos por segundo, nível alcançado após as chuvas dos últimos dias, mas ainda baixo se comparado à média histórica de 16 metros cúbicos. No mesmo período de 2013, por exemplo, o volume era de 17,5. Segundo o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, Luiz Carlos Rossini, do PV, além de indagar sobre o abastecimento em escolas e hospitais, os vereadores querem saber se o uso de caminhões-pipa está previsto.

Caso o racionamento seja inevitável, o plano da Sanasa prevê a divisão de Campinas em regiões. O primeiro estágio envolve a suspensão do serviço durante quatro horas, uma vez por semana. Mas, se houver necessidade, o período poder ser ampliado para duas vezes por semana e depois para seis horas, duas vezes por semana. O Rio Atibaia, responsável pelo abastecimento de 95 por cento da cidade, recebe 2 metros cúbicos por segundo do Sistema Cantareira. Nesta segunda-feira, o nível total do conjunto de represas com o bombeamento do volume morto chegava a 25,5% da capacidade, segundo a Sabesp.

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