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Estado prevê uso do volume morto do Cantareira até março

O Governo do Estado espera utilizar o volume morto do Sistema Cantareira até março de 2015, segundo o secretário de Abastecimento e Recursos Hídricos Mauro Arce. A estimativa, segundo ele,

Estado prevê uso do volume morto do Cantareira até março
O Governo do Estado espera utilizar o volume morto do Sistema Cantareira até março de 2015, segundo o secretário de Abastecimento e Recursos Hídricos Mauro Arce. A estimativa, segundo ele, é de que 182 milhões de metros cúbicos de água sejam retirados das reservas que ficam abaixo do nível de captação. O procedimento será feito […]

O Governo do Estado espera utilizar o volume morto do Sistema Cantareira até março de 2015, segundo o secretário de Abastecimento e Recursos Hídricos Mauro Arce. A estimativa, segundo ele, é de que 182 milhões de metros cúbicos de água sejam retirados das reservas que ficam abaixo do nível de captação. O procedimento será feito pela Sabesp e está programado para começar no dia 15 de maio.

As previsões anteriores eram de que a utilização do volume morto para o abastecimento da Grande São Paulo e das Bacias do PCJ fosse possível entre novembro e janeiro. A nova data foi confirmada durante o anúncio do governador Geraldo Alckmin sobre a contratação dos projetos executivos de dois novos reservatórios, em Pedreira e Amparo.

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A estimativa é de que as barragens fiquem prontas em 2017 e aumentem a vazão da região de Campinas em 6 metros cúbicos por segundo, o que reduziria a dependência do Cantareira. Atualmente, o PCJ recebe do sistema 3 metros cúbicos por segundo. Sobre a seca atípica, o secretário estadual de Abastecimento Mauro Arce, acredita que a situação não deve ser repetir nos próximos anos.

Em meio a crise hídrica, a cidade de Campinas se prepara para o racionamento. A Sanasa já tem programado um esquema de rodízio no abastecimento, caso o nível de captação de água no Rio Atibaia fique abaixo de 4 metros cúbicos por segundo.

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