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Jonas afirma que população vê racionamento como necessário

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, afirmou que diante da crise hídrica que afeta a região desde o início do verão, no ano passado, a população não avalia o racionamento

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, afirmou que diante da crise hídrica que afeta a região desde o início do verão, no ano passado, a população não avalia o racionamento de água com uma má medida e sim como uma necessidade. A Sanasa já tem preparado um esquema de rodízio no abastecimento, caso o nível de captação de água no Rio Atibaia fique abaixo de 4 metros cúbicos por segundo.

O planejamento prevê a divisão da cidade em regiões. No primeiro estágio do racionamento, cada uma delas teria a restrição de oferta durante quatro horas, uma vez por semana. Se ainda assim houver necessidade, a Sanasa poderia ampliar o período de restrição para duas vezes por semana e depois para seis horas, duas vezes por semana. Segundo o prefeito de Campinas, a população da cidade tem entendido a crise no abastecimento. Segundo Jonas Donizette, será compreensível se o racionamento tiver de ser adotado no município.

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A afirmação do prefeito dividiu opiniões nas ruas de Campinas. O operador de telemarketing, Lucas Ribeiro, afirma que qualquer medida para evitar problemas no abastecimento da população deve ser tomada antes que a situação piore. Mas o aposentado Adão Luis Carlos não concorda com o chefe do executivo municipal e acredita que o racionamento poderia ser evitado se houvessem políticas públicas capazes de garantir o abastecimento.

O sistema Cantareira está operando abaixo dos 11% de sua capacidade desde o final do mês de abril. Segundo a Sabesp, o índice jamais tinha sido atingido.

 

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