Com 1555 casos de dengue, Santa Bárbara d’Oeste já tem a maior epidemia da história. As ações estão concentradas no combate a doença e a determinação da prefeitura é integração de todas as secretarias no enfrentamento do mosquito. Na cidade, uma análise mostra que a maioria dos criadouros está nas residências. 40% em simples vasinhos de plantas.
O Alexandre Visockas é coordenador do Centro de Controle de Zoonoses de Santa Bárbara e fala da importância das ações integradas entre as secretarias. Além de limpeza e os serviços da vigilância e saúde, a conscientização nas escolas e nos pontos de reciclagem são medidas adotadas no município.
Santa Bárbara d’Oeste já tem ações de nebulização, com apoio da Sucen, que é a Superintendência do Controle de Endemias, cronograma de visitas e residências e comércios para a conscientização da dengue, mas Alexandre Visockas mantém o pedido: Colaboração dos moradores.
Uma morte que estava sendo investigada em Santa Bárbara d’Oeste teve a causa de dengue descartada. Outra está em análise. Uma idosa morreu e foi constado que ela estava com dengue, mas ainda não houve a confirmação de que esta tenha sido a causa da morte. Ela era de Santa Bárbara, mas foi atendida em Campinas.
