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Pela primeira vez, reitor fala sobre greve na Unicamp

Pela primeira vez, o reitor da Unicamp, José Jorge Tadeu, falou à imprensa sobre a greve de professores e funcionários na Universidade. Com mais de um mês de paralisação, o

Pela primeira vez, reitor fala sobre greve na Unicamp
Pela primeira vez, o reitor da Unicamp, José Jorge Tadeu, falou à imprensa sobre a greve de professores e funcionários na Universidade. Com mais de um mês de paralisação, o reitor se reuniu com docentes que pedem a reabertura das negociações, tendo como principal pauta o reajuste salarial, que foi de zero por cento para as […]

Pela primeira vez, o reitor da Unicamp, José Jorge Tadeu, falou à imprensa sobre a greve de professores e funcionários na Universidade. Com mais de um mês de paralisação, o reitor se reuniu com docentes que pedem a reabertura das negociações, tendo como principal pauta o reajuste salarial, que foi de zero por cento para as universidades do estado de São Paulo.

O professor José Jorge Tadeu reforça que a previsão para negociações seguem as propostas do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais (Cruesp). O reitor reforça que a ideia é o inicio dos debates sobre reajuste a partir de setembro. De imediato seriam criadas Comissões para debater outras reivindicações das categorias. Ele também comentou os impactos que esta greve pode ocasionar aos estudantes.

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Os professores que estão paralisados decidiram em assembleia que não vão entregar as notas de fechamento do semestre. O professor reitor, José Tadeu Jorge, reforça que nessas casos, nada de imediato pode ser feito. Haverá necessidade de remanejamento e novo cronograma.

A reunião com os professores aconteceu nesta sexta-feira (27/06) e foi avaliada pelo reitor como positiva. Um grupo de funcionários em greve chegou a fazer um ato durante o encontro, já que questionam o fato de não haver a negociação em si.

A Associação dos Docentes da Unicamp aponta que 65% dos professores aderiram a greve. O Sindicato dos funcionários da Universidade fala numa adesão de 70% dos trabalhadores. No Hospital das Clínicas há um esquema de revezamento.

 

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