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MPT e Viracopos se unem contra turismo sexual

Uma força tarefa contra a exploração sexual infantil durante a Copa do Mundo reúne Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público do Trabalho e Aeroporto de Viracopos. A

MPT e Viracopos se unem contra turismo sexual
Uma força tarefa contra a exploração sexual infantil durante a Copa do Mundo reúne Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público do Trabalho e Aeroporto de Viracopos. A parceria tem como objetivo prevenir o chamado “turismo sexual” durante o maior evento já realizado no país. A Procuradora-Chefe do Ministério Público do Trabalho de Campinas, Catarina […]

Uma força tarefa contra a exploração sexual infantil durante a Copa do Mundo reúne Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público do Trabalho e Aeroporto de Viracopos. A parceria tem como objetivo prevenir o chamado “turismo sexual” durante o maior evento já realizado no país. A Procuradora-Chefe do Ministério Público do Trabalho de Campinas, Catarina Von Zuben, explica que essa fiscalização sempre existiu, mas se intensificou durante a Copa. A ação inclui uma ampla divulgação do “Disque 100”, telefone usado para qualquer informação que ajude a identificar e prevenir casos de abuso e exploração sexual infantil de maneira anônima. Foram também espalhados cartazes pelo Terminal de Passageiros de Viracopos, funcionários usam camisetas da campanha, além da distribuição de folder, com informações em português e inglês, sobre como fazer as denúncias. As estatísticas mostram que a maioria das vítimas é do sexo feminino com 65,84% dos casos. As vítimas com idades entre 12 e 14 anos representam 34,75% dos casos. Catarina Von Zuben contabiliza 124 mil denúncias de violações contra os direitos das crianças e adolescentes na central do Disque 100 em 2013. Os suspeitos dos crimes são na maior parte do sexo masculino, com idades entre 36 e 40 anos. A exploração sexual comercial de crianças e adolescentes é crime hediondo e inafiançável no Brasil. A Procuradora-Chefe do Ministério Público do Trabalho de Campinas, Catarina Von Zuben, defende tolerância zero para esse tipo de crime. A pena prevista para o crime é de 4 a 10 anos de reclusão.

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