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TSE mantém cassação da prefeita de Sumaré

A cassação da prefeita de Sumaré, Cristina Carrara, do PSDB, e do vice Luiz Dalben, do PPS, foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral depois da decisão individual da ministra Luciana

TSE mantém cassação da prefeita de Sumaré
A cassação da prefeita de Sumaré, Cristina Carrara, do PSDB, e do vice Luiz Dalben, do PPS, foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral depois da decisão individual da ministra Luciana Lóssio. O recurso no TSE tentava anular a decisão de setembro de 2013 do Tribunal Regional Eleitoral. Carrara e Dalben são acusados de propaganda irregular […]

A cassação da prefeita de Sumaré, Cristina Carrara, do PSDB, e do vice Luiz Dalben, do PPS, foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral depois da decisão individual da ministra Luciana Lóssio. O recurso no TSE tentava anular a decisão de setembro de 2013 do Tribunal Regional Eleitoral. Carrara e Dalben são acusados de propaganda irregular e abuso de poder econômico nas eleições de 2012. Além dos dois, o presidente da Câmara dos Vereadores, Dirceu Dalben, do PPS, também foi cassado pelos mesmos motivos.

A chapa da atual gestão foi eleita com quase 45% do total de votos válidos e a ação no TRE foi movida pelo então candidato do PT à Prefeitura, Francisco de Assis Pereira, o Tito, atual deputado estadual. Cristina Carrara deve ser mantida no cargo até que a decisão seja publicada. Depois disso, a defesa da prefeita deve recorrer e a ação deve ser levada ao colegiado para ser votada.

Segundo o especialista em direito político, Peter Panuto, um novo julgamento deve ocorrer em até dois meses e uma liminar pode ser concedida devido à insegurança jurídica. Enquanto isso, nas ruas do centro da cidade, a população demonstrou indiferença sobre a situação. Marilda Maciel e Valmir Costa afirmaram que a cassação não altera, por exemplo, as condições da saúde:

Cristina Carrara alegou em nota que “está surpresa com a decisão individual da ministra do TSE, que negou provimento ao recurso especial”. O comunicado ainda afirma que Carrara “vai continuar trabalhando normalmente” e que os “advogados aguardam apenas a publicação da decisão monocrática para definir as próximas medidas jurídicas”.

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