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Policial Rodoviário é preso suspeito de participação em latrocínio

Um policial militar rodoviário foi preso na manhã desta quarta-feira, suspeito de participação em um latrocínio que aconteceu no dia 09 de janeiro deste ano. José Rodrigues, de 70 anos,

Policial Rodoviário é preso suspeito de participação em latrocínio
Um policial militar rodoviário foi preso na manhã desta quarta-feira, suspeito de participação em um latrocínio que aconteceu no dia 09 de janeiro deste ano. José Rodrigues, de 70 anos, foi morto com dois tiros quando sua filha deixava uma agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida das Amoreiras, em Campinas. A mulher havia retirado […]

Um policial militar rodoviário foi preso na manhã desta quarta-feira, suspeito de participação em um latrocínio que aconteceu no dia 09 de janeiro deste ano. José Rodrigues, de 70 anos, foi morto com dois tiros quando sua filha deixava uma agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida das Amoreiras, em Campinas. A mulher havia retirado do banco algumas joias penhoradas, que somavam um valor aproximado de R$ 350 mil. Quando ela deixou a agência, foi abordada por um jovem armado e seu pai, que aguardava a filha dentro de um carro, percebeu a ação e reagiu entrando em luta corporal com o bandido, mas foi atingido pelos disparos e morreu no local.

Através das imagens gravadas pelas câmeras de segurança da agência, a polícia chegou até o desempregado Anderson da Silva, de 25 anos, que foi preso no final de maio. Em depoimento, o jovem confessou que tinha sido contratado para roubar a filha de José Rodrigues, a mando de Lucas Ianov, um cigano que já havia trabalhado com a família da vítima. A polícia descobriu então que o suspeito havia deixado seu carro numa oficina mecânica de São Paulo. Quem foi buscar o veículo foi o policial militar rodoviário preso nesta quarta-feira. Ao ser abordado pelas equipes de investigação, ele disse que era amigo de Lucas e levou a polícia até a casa onde ele estava em Cajamar, no dia 23 de maio. A polícia encontrou as joias roubadas no dia do latrocínio em um cofre numa agência bancária de São Paulo, penhoradas em nome do suspeito.

Mesmo com o crime dado como esclarecido, a Delegacia de Investigações Gerais de Campinas resolveu mandar a arma do policial militar rodoviário para a perícia. O laudo apontou que o revólver calibre 38 foi a arma utilizada no crime. Mesmo com o mandado de prisão preventiva em mãos, a polícia teve de esperar passar o período eleitoral para deter o suspeito. Ele foi preso por colegas de corporação quando chegava para trabalhar. Em depoimento, o policial suspeito de envolvimento no latrocínio, contestou o resultado da perícia e afirmou que nunca emprestou sua arma. Ele foi encaminhado para o presídio Romão Gomes, em São Paulo.

 

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