Grande parte dos motoristas de Campinas ignorou as determinações do Conselho Nacional de Trânsito e não realizou a substituição do extintor de incêndio, obrigatória desde o dia primeiro de janeiro. Mas de qualquer forma, eles afirmam que vão providenciar a troca o quanto antes. O Contran exigiu a troca do extintor de incêndio do carro do modelo BC para o ABC. As letras de classificação do equipamento identificam o material combustível que ele extingue. A letra A, por exemplo, indica materiais plásticos e demais sólidos, o B, líquidos e gases inflamáveis e C materiais elétricos. Nas ruas de Campinas, é comum encontrar motoristas que ainda não se preocuparam em realizar a troca do extintor. O autônomo Walter Gabriel tem três carros e ele afirma que não checa o equipamento há mais de cinco anos.
O motorista Valdir Pimentel Júnior disse que ainda não se preocupou com a determinação do Contran, mas garantiu que vai fazer a substituição em breve. A motorista Lourdes Maria não soube informar se o extintor de seu carro havia sido substituído, uma vez que seu marido estaria providenciando a troca. O tenente da diretoria de educação para o trânsito do Detran, Gilberto Leite, explica que a nova determinação visa apenas a segurança dos motoristas.
Nos postos de combustíveis o preço do novo modelo de extintor custa, em média, R$ 50,00. Quem não trocar o equipamento poderá ser multados em R$ 127,00, além de perder de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
