100 dias de chuva é o que seria necessário para recuperar a reserva técnica do Sistema Cantareira. A informação é do Consórcio das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). Essa meta para recompor o volume morto vem com uma preocupação. Apesar de um fevereiro razoável quanto ao volume de chuvas, o Secretário Executivo do órgão, Francisco Lahóz, teme a chegada do período de estiagem, a partir do mês de abril.
Lahóz ressalta a necessidade das alternativas e reservas neste momento, para garantir a subsistência. E só a subsistência. Ainda sobre as alternativas e reservas, o Secretário Executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, cita os piscinões em São Paulo, mas com uma crítica em relação à eficiência.
Ele espera que a crise hídrica sirva de lição.
Há um ano atrás, o Sistema Cantareira registrava um índice de 18,2% do volume útil. Nesta quinta-feira, já no 2° volume morto, está em 9,5%, segundo a Sabesp.
