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CPI ouve acusados de abusos e trotes em Campinas

Apontados como autores de agressões e abusos em trotes do curso de medicina, dois alunos da PUC-Campinas negaram envolvimento nas ações durante depoimento na CPI dos Trotes nesta segunda-feira. Os

CPI ouve acusados de abusos e trotes em Campinas
Apontados como autores de agressões e abusos em trotes do curso de medicina, dois alunos da PUC-Campinas negaram envolvimento nas ações durante depoimento na CPI dos Trotes nesta segunda-feira. Os estudantes responderam perguntas sobre o tempo em que ocuparam os cargos de presidente e vice da atlética e disseram não ter cometido ou presenciado qualquer […]

Apontados como autores de agressões e abusos em trotes do curso de medicina, dois alunos da PUC-Campinas negaram envolvimento nas ações durante depoimento na CPI dos Trotes nesta segunda-feira. Os estudantes responderam perguntas sobre o tempo em que ocuparam os cargos de presidente e vice da atlética e disseram não ter cometido ou presenciado qualquer tipo de violência física ou verbal. Um deles foi questionado pelo presidente da CPI, deputado Adriano Diogo, do PT, sobre as acusações de ter urinado em um jovem em um trote fora do campus e ter assediado uma garota durante uma festa.

Os alunos também negaram a cobrança abusiva de valores para a organização de festas de formatura e disseram ainda desconhecer cânticos ofensivos e a compra de ingredientes para fabricação de drogas. Ao todo, 17 pessoas foram convocadas para a audiência na Câmara de Vereadores, mas 15 não estiveram no local. Para o deputado Adriano Diogo, as ausências configuram um desrespeito ao trabalho da CPI.

Esta é a segunda audiência da comissão em Campinas e a trigésima quinta desde a instauração da comissão na Assembleia Legislativa do estado. O relatório final será entregue ao Ministério Público.O documento, segundo o procurador da Alesp, Marco Antônio Benetton, detalha as práticas exercidas em cada universidade e pode levar o MP a considerar diversos tipos de crimes, como tortura e abuso sexual. A CPI da Assembleia Legislativa foi criada em 16 de dezembro do ano passado para apurar possível omissão das universidades paulistas com casos de violação de direitos humanos. Ao todo, 100 pessoas foram ouvidas.

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