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Jonas nega uso político da Sanasa e critica oposição

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, negou que a Sanasa seja usada para contratar pessoas ligadas a partidos da base de sustentação do Governo Municipal. Ele disse que

Jonas nega uso político da Sanasa e critica oposição
O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, negou que a Sanasa seja usada para contratar pessoas ligadas a partidos da base de sustentação do Governo Municipal. Ele disse que o departamento jurídico ainda vai analisar a decisão da Justiça sobre a publicação de nomes dos funcionários comissionados, mas defendeu a empresa e a própria […]

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, negou que a Sanasa seja usada para contratar pessoas ligadas a partidos da base de sustentação do Governo Municipal. Ele disse que o departamento jurídico ainda vai analisar a decisão da Justiça sobre a publicação de nomes dos funcionários comissionados, mas defendeu a empresa e a própria gestão.

A liminar parcial foi concedida pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda, Mauro Fukumoto, ao vereador Pedro Tourinho, do PT, que alegou não ter conseguido a listagem através de requerimento. Jonas, porém, nega que a Sanasa sirva de cabide de empregos e alega que a empresa passou por um processo de moralização que limitou as nomeações sem concurso público desde o início do mandato.

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As medidas, de acordo com o Chefe do Executivo, servem para evitar fraudes e irregularidades a exemplo do que foi descoberto na autarquia em 2011 e que culminou na cassação de dois prefeitos. Ele relacionou a oposição atual ao governo Hélio e alegou que os partidos que agora buscam e questionam as informações não faziam o mesmo antes do escândalo.

Ainda segundo o prefeito, tudo o que foi pedido pela Justiça já foi fornecido à Câmara e ao Ministério Público pela diretoria da empresa e pela Administração Municipal. O MP também apura se a Prefeitura e as empresas e autarquias ligadas ao Executivo têm feito nomeações políticas. Para isso, assessores, diretores e coordenadores de secretarias e outros setores seriam convocados. Dos mais de 17 mil funcionários públicos, 595 são assessores, de acordo com a administração. O custo mensal da folha atinge R$ 90,7 milhões.

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