Para o Ciesp Campinas, órgão que representa as indústrias na região, a divisão da água no estado é injusta. O diretor, José Nunes Filho, defende uma vazão para as cidades abastecidas pelas bacias do PCJ de 12 m³/s diante da renovação da outorga, ou ao menos um índice que leve em conta a proporcionalidade das regiões.
Com vazões inferiores para as cidades do PCJ, o Ciesp Campinas teme a falta de água na região. Questionado sobre de alternativas numa situação dessas, José Nunes Filho diz não ter.
Com a crise hídrica, o Ciesp apresentou um balanço que aponta redução de 40% no consumo de água pelas indústrias da região.