As obras para o desassoreamento na Lagoa do Taquaral, anunciada há mais de seis meses, ainda não começaram. A água da lagoa continua com um tom esverdeado e com mau-cheiro por causa da proliferação de algas, acúmulo de lodo e outros sedimentos.
A responsabilidade pela obra, que vai custar R$ 20 milhões, é do DAEE, o Departamento de Águas e Energia Elétrica, órgão do Governo do Estado. O projeto está em fase de análise do levantamento batimétrico, responsável por definir o volume e os locais de deposição do material.
Enquanto isso, os frequentadores reclamam da sujeira e do mau-cheiro. O aposentado João Matos também não acredita que o serviço vai ser finalizado. O frequentador Celso Pizarro destaca o caráter ecológico do local. Já, o frequentador Euclides Calzado reclama do descaso do poder público.
O DAEE informou que somente depois de finalizado o levantamento batimétrico será possível iniciar o processo para a licitação pública da obra. Mas, garantiu que está empenhado em concluir esse trabalho nas próximas semanas por reconhecer a importância turística e ecológica da Lagoa do Taquaral.
