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Moradores pedem base da PM na Praça da Concórdia

A rotina de som alto, vandalismo, roubos e tráfico de drogas na Praça da Concórdia continua assustando moradores do Campo Grande, em Campinas. Eles pedem a instalação de uma base

Moradores pedem base da PM na Praça da Concórdia
A rotina de som alto, vandalismo, roubos e tráfico de drogas na Praça da Concórdia continua assustando moradores do Campo Grande, em Campinas. Eles pedem a instalação de uma base fixa da Polícia Militar. O problema é antigo e acontece aos fins de semana, quando até mesmo as luzes do local são apagadas. As festas, […]

A rotina de som alto, vandalismo, roubos e tráfico de drogas na Praça da Concórdia continua assustando moradores do Campo Grande, em Campinas. Eles pedem a instalação de uma base fixa da Polícia Militar. O problema é antigo e acontece aos fins de semana, quando até mesmo as luzes do local são apagadas. As festas, muitas vezes, terminam em arrombamentos e saques contra o comércio ao redor da praça. Com medo, muita gente prefere desviar o caminho para evitar a área. Madalena Aparecida, por exemplo, teme ser atingida por pedras e garrafas que são atiradas contra carros e ônibus.

A aglomeração começa por volta das onze horas da noite, quando dezenas de carros estacionam no espaço. Com música alta, eles atraem mais jovens que consomem bebidas e drogas ao ar livre. Uma comerciante que não quis se identificar por medo de represálias, diz estar cansada do número de vezes que encontrou preservativos na porta do estabelecimento. Segundo ela, o local é usado como ponto do tráfico. A praça reúne em média 3 mil pessoas, o que obriga a atuação estratégica das autoridades.

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A realidade foi confirmada pela Pasta de Cooperação nos Assuntos de Segurança. Segundo nota da Secretaria, as ações envolvem “diferentes esferas da Polícia, vários órgãos municipais e um efetivo de 300 pessoas” e uma reunião com vários segmentos será feita para traçar novas diretrizes. Ainda no comunicado, o Executivo afirma que a Praça da Concórdia é local símbolo da aplicação da Lei do Pancadão, recentemente aprovada e que apreende os veículos e multa os motoristas flagrados com som alto. A efetividade da lei, no entanto, é questionada pelo comerciante Valdeir Ferreira. Ele também pede a base da PM e conta que a fiscalização não conseguiu impedir, por exemplo, que a avenida fosse interditada. A Polícia Militar foi procurada, mas ainda não respondeu à solicitação.

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