Os servidores municipais de Americana podem entrar em estado de greve diante dos atrasos no pagamento dos salários e possíveis demissões de trabalhadores. Entre final de 2014 e início desse ano, eles chegaram a ficar 38 dias paralisados.
O presidente do sindicato da categoria, Toninho Forti, comenta medida da prefeitura em relação aos funcionários concursados em período experiência e o reflexo ainda sentido na cidade após crise política, que chegou a ter até prefeito cassado.
A prefeitura de Americana não confirmou a informação sobre demissões de funcionários públicos. O prefeito Omar Najar reconhece a dificuldade para pagamentos dos salários, diz que não há dinheiro em caixa e que não tem o que fazer. Ele também reforçou o corte de horas extras.
Os cortes nas horas extras são válidos para os serviços não essenciais. A administração de Americana também destacou que busca verbas estaduais e federais para amenizar a situação. A prefeitura também sancionou neste início de junho a lei que incentiva o pagamento de débitos mediante concessão de descontos, o Refis, o que pode ajudar na arrecadação municipal.
