Os preparativos para receber mulheres na Escola Preparatória de Cadetes do Exército em são realizados em Campinas. A mudança cultural chama atenção. Em 2017, as primeiras devem ingressar no curso de cinco anos do Exército para serem combatentes. A expectativa é que de início sejam 40 vagas de carreira pública, com remuneração e treinamentos compatíveis aos dos homens. Num fase de adaptação elas devem ficar nas áreas bélica e de suprimentos.
O comandante Coronel Marcos de Sá Affonso da Costa destaca o desafio de receber as mulheres na linha de frente. A missão é encarada com bastante responsabilidade e busca por exemplos no Brasil e exterior.
Algumas adaptações são inevitáveis diante da inserção de mulheres no exército brasileiro. Na EsPCEx há reformas físicas e previsão de adequações curriculares. O comandante Affonso da Costa destaca essa mudança dentro de um processo de transformação da Instituição.
O edital para que as mulheres possam ser combatentes deve ser publicado até 2016. O ingresso está previsto para acontecer em 2017, quando as adaptações na EsPCEx devem estar prontas.
A média de candidatos para curso de combatente do sexo masculino tem cerca de 35 candidatos por vaga.