A greve dos trabalhadores da Unicamp começou com atos pela Universidade Estadual de Campinas. O primeiro deles reuniu cerca de 300 funcionários segundo o sindicato e foi na manhã de sexta-feira (21/08). No período da tarde houve uma reunião para definir o andamento da paralisação e foi estabelecido que o movimento irá aguardar a reunião com a reitoria, marcada para quinta-feira (27/08).
No dia 28, uma assembleia está marcada para definição da continuidade ou não da greve. A paralisação é dos servidores técnico-administrativos que cobram o fim dos supersalários dentro da Unicamp que superam o teto estadual de R$ 21.600, fim da matrícula dupla e pedem maior transparência.
A Universidade Estadual de Campinas, por nota, informou que mesmo com a greve as atividades de ensino, pesquisa e extensão funcionam dentro da normalidade no campus. O atendimento na área de saúde também transcorre normalmente.
A questão dos supersalários já foi exposta pelo próprio reitor da Universidade que disse que eles são necessários até para atrair talentos à Unicamp.